Para a praia: carro VS bicicleta

Nos dias de fim de semana com bom tempo, vai tudo para a praia. Às vezes, ao final do dia, depois de horas presos no trânsito, rogamos pragas por não termos ficado em casa ou queixamo-nos dos outros não terem nada melhor que fazer do que ir para a praia  de carro logo no dia em que também fomos!

Sendo um dado adquirido que se vai passar muito tempo a viajar para usufruir da bendita praia, temos duas opções. A primeira é passar esse tempo a remoer dentro de um carro… a segunda é fazer uma viagem que vale por si, e é divertida, saudável e amiga do ambiente e da cidade… de bicicleta e comboio ou barco!

Para a Costa ou para a Linha, chega-se bem à praia de bicicleta e comboio ou barco!

Este fim de semana passei pelas duas experiências.

No Sábado, fui com a família de carro para a Costa e perdemos três horas do dia fechados no carro.

No Domingo, as nossas respetivas mulheres estavam em outras paragens e eu, o Gonçalo Peres e os nossos filhos, fomos até à Linha. Do Parque das Nações ao Cais de Sodré em bicicleta, o resto em comboio. O Diego (5 anos) na sua bicicleta, os outros três nas cadeiras. Muito bom!

Nem sempre tudo são rosas. No regresso, os comboios vinham tão cheios que só conseguimos apanhar o comboio de regresso porque o apanhámos antes de Carcavelos – ao lado, uma marginal tão agradável mas muito pouco ciclável ainda não é uma alternativa viável para quem queira fazer a viagem sem ser de automóvel.

Contas feitas, perde-se um tempo semelhante em viagens, mas na segunda opção esse tempo pode mesmo ser passado de forma divertida e saudável. Hora ganhas, não perdidas! E a diferença de custos dá para comprar gelados para todos.



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2 thoughts on “Para a praia: carro VS bicicleta”

  1. E em relação ao estacionamento? creio que é um dos problemas será estacionar as bicicletas em local seguro, a não ser que se leve as bicicletas para o areal, o que por vários motivos não convém. Qual foi a vossa solução?

    1. Olá António, obrigado pelo interesse!
      Usa-se a mesma solução que para usar a bicicleta na cidade, que é ter um bom cadeado. Os cadeados mais comuns são muito fáceis de quebrar com simples ferramentas que se compram em qualquer loja de ferragens. Mas se usar um bom cadeado, torna-se bastante improvável a bicicleta ser roubada. São recomendáveis cadeados de tipo “D”, metálicos, a começar por um nível de segurança e preço deste tipo: http://cenasapedal.com/loja/cadeados/316-kryptonite-keeper-12.html

      Uma referência que é comum considerar, é gastar 10% do valor (comercial ou sentimental!) da bicicleta no respetivo cadeado.

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